Jesus já se assentou à direita do Trono de Deus Pai. Ele tem todo poder e autoridade sobre tudo e todos. Contudo, Ele não tomou a posse definitiva do Reino. Isto acontecerá quando Ele voltar nas nuvens e com gigantesca glória. Até isto não acontecer, o Inimigo continuará agindo neste mundo como príncipe usurpador. No Antigo Israel os reis puniam os inimigos deles logo depois que foram entronizados (1 Reis 2, 1 Reis 16, 2 Reis 9-11). Como Jesus já foi entronizado (como podemos ver Hebreus 8 e 12) ao subir aos céus, faz sentido pensar que a abertura dos 7 Selos tem caráter punitivo contra os inimigos de Deus. Nosso Senhor é amor e justiça. Estas punições de Deus não são dadas de forma gratuita, mas na verdade elas chamam os pecadores ao arrependimento. O Senhor não tem prazer na morte do ímpio (como podemos ver em Ezequiel 33:11). Ele quer que eles se arrependam dos pecados deles e se tornem filhos dEle através da fé em Jesus Cristo. O Senhor corrige àqueles que Ele ama. Isto está muito claro em Apocalipse 3:19 e em Hebreus 12:5-7. Antes de serem iniciados os estudos sobre os Selos, vamos ver o Apóstolo João dialogando com o Antigo Testamento:
O APÓSTOLO JOÃO DIALOGANDO COM O VELHO TESTAMENTO:
Rodrigo Silva comenta sobre o Apóstolo João dialogar com os livros de alguns profetas do Antigo Testamento, isto é, trazer de volta alguns elementos já conhecidos pelo povo de Deus no livro de Apocalipse. Os elementos são: os cavalos como agentes de Deus (como podemos ver em Zacarias 1:8 e Zacarias 6:1-8), como também a fome, a peste e a espada (Ezequiel 5:12). A diferença entre o que está escrito nos livros dos profetas e o relato de João é que em Apocalipse os juízos de Deus parecem ocorrer “numa cadeia de eventos sucessivos que acontece no intervalo entre a ascensão de Cristo aos céus levando consigo a primeira leva de remidos e a Sua volta, com o poder e grande glória para buscar o restante dos escolhidos.”
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